“Por que eu chamaria ele se o [Marty Friedman] estava na banda? É uma mentira”, disse Mustaine em entrevista ao IbagensCast. “Nem o conheço. Nunca o vi. Não conseguiria reconhecê-lo em uma fila [de identificação de suspeitos] em uma delegacia. (…) Triste quando alguém mente assim.”
Mustaine reforçou que, na época do suposto convite, o Megadeth passava por uma das fases mais celebradas de sua carreira e trabalhava em um de seus álbuns mais consagrados. “O Countdown to Extinction estava sendo gravado em 1991 e nós o lançamos em 92. Foi o nosso maior álbum até então. Quase ganhou platina tripla. Por que eu convidaria esse cara?”
O Estadão tentou contato com Pepeu e sua equipe, mas não recebeu resposta até a publicação desta nota. O espaço segue aberto.


