Esse protocolo, segundo o MME, vai apoiar os esforços da pasta para eliminar a chamada pobreza energética nos Estados da Amazônia, onde quase 1 milhão de brasileiros ainda vivem sem acesso à eletricidade e 2 milhões não estão conectados à rede nacional de energia, segundo estimativas da pasta.
Outra frente, com essa iniciativa, é a redução da dependência de combustíveis fósseis, em convergência com as diretrizes do programa Energias da Amazônia, focado na descarbonização.
Os sistemas isolados – aqueles em que a distribuição de energia elétrica não está conectada ao Sistema Interligado Nacional (SNI) – estão concentrados na Região Norte, em sua maior parte.
Para garantir o suprimento de energia elétrica, cada sistema isolado conta com uma usina, predominando a geração a diesel.
“O protocolo de intenções assinado hoje vai definir ações conjuntas em financiamento, assistência técnica e intercâmbio de conhecimento para ampliar o acesso à energia renovável e a projetos de uso produtivo na região amazônica”, diz o comunicado do MME.
