Hoje, as projeções do governo apontam para uma alta da DBGG como proporção do PIB, de 83,6% em 2026 para 87,8% no fim de 2029. Em seguida, o endividamento passaria a cair, até chegar a 83,4% do PIB em 2036. Antes, as estimativas apontavam para um pico quase cinco pontos porcentuais maior em 2035, lembrou o secretário-executivo da Fazenda.
“Aqui tem uma evolução importante, e ela é fruto de um incremento do resultado primário no médio prazo, passando de 1,25% para 1,50% do PIB”, disse Ceron, durante entrevista coletiva sobre o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027. A íntegra do texto não foi divulgada.
Segundo o secretário, se for mantido um aumento de 0,25 ponto porcentual ao ano nos resultados primários – até chegar a um superávit de 1,50% do PIB em 2030, como prevê o governo -, o País vai chegar ao equilíbrio fiscal.


