Também participam do ato o ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo do Estado de São Paulo, Fernando Haddad, e a ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet. Tebet e Marina são cotadas para disputar a eleição do Senado por São Paulo.
Durante sua fala, Marina destacou a importância de se defender a democracia neste 1º de maio e chamou a atenção para novas lutas da classe trabalhadora, como o fim da escala 6 x 1 e a igualdade salarial entre homens e mulheres.
Ela também exaltou os efeitos do atual governo Lula, dizendo que o trabalho do petista fez com que o Brasil saísse novamente do Mapa da Fome. Marina também destacou as medidas tomadas por Haddad à frente da Fazenda, que passou a cobrar impostos dos mais ricos.
Segundo Marina, o mundo atual tem vivido uma onda de “estímulo à violência” e polarização e que, por isso, é importante promover o diálogo. “E a melhor conversa que a gente faz é aquela que a gente faz dentro de casa, para poder acertar os ponteiros. Quando a gente acerta os ponteiros dentro de casa, a gente conversa melhor pra fora”, disse ela, exaltando a importância da democracia.
“Só na democracia o operário vira presidente para fazer coisa boa. Só na democracia uma filha de seringueiro, analfabeta, até os 16 anos, lá na floresta Amazônica, poderia ser ministra”, relembrou.


