Ministro Cármen Lúcia em julgamento da denúncia do núcleo 1 da Pet 12.100. Foto: Antonio Augusto/STF


A ministra acompanhou o relator e argumentos dos colegas, elogiou as sustentações orais dos advogados de defesa afirmando que “houve acesso e possibilidade de fazer defesas não apenas adequadas, mais de alta qualidade”, utilizando como argumento para afastar a preliminar de que as defesas não tiveram amplo acesso aos autos.

Ainda sobre a questão, a ministra defendeu a inteireza do processo, “disponível e em condições de ser avaliado”. “Falo por mim, mas pelos juízes, que ficaram nesses últimos dias a fio olhando os documentos, assistindo o que precisava ser visto e revisto, para chegar aqui hoje”, disse.

O voto ainda houve um momento de descontração, em que Dino usou a palavra para elogiar a função de juízes auxiliares, remetendo a uma ação de anos atrás, antes dele ocupar a cadeira na Corte. “Eu não estava aqui, mas lembro. Tinha recém concluído o curso de direito”, no que Cármen riu, porque já era ministra da Corte, e disse: “já me chamaram de decana da Turma, não posso nem falar nada”.

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