O Internacional foi denunciado pela Conmebol no episódio que envolveu a “chuva” de papel picado pouco antes do jogo de volta das oitavas de final da Libertadores, diante do Flamengo, no último dia 20, em Porto Alegre. O fato inusitado atrasou o início do duelo em 21 minutos. A entidade que comanda o futebol na América do Sul imputou o clube gaúcho em mais três artigos alegando outras irregularidades, entre elas, também o uso de sinalizadores e por parte da torcida.

As denúncias seguem o código disciplinar ou regulamento de segurança da entidade. A Conmebol, por meio de seu tribunal disciplinar, vai analisar os casos e definir a punição que será aplicada à agremiação do Rio Grande do Sul.

O Inter já apresentou defesa sobre o caso. O regulamento não é tão específico para essa situação de atraso no início do encontro. Porém, ao citar fatos relacionados ao não cumprimento de horário, prevê multas ao clube responsável.

Neste jogo com o Flamengo, que terminou com vitória por 2 a 0 dos cariocas, um grande volume de papel picado caiu da parte superior do estádio tomando conta de todo o gramado. A quantidade era tanta que a partida não teve condições de ser iniciada.

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Diante deste cenário, o árbitro da partida, o uruguaio Esteban Ostojich, reuniu os atletas que estavam em campo e retardou o começo do compromisso até que boa parte dos papéis picados fossem retirados. Por conta desse imprevisto, a partida teve um atraso de 21 minutos.

No dia seguinte ao jogo, a diretoria do clube gaúcho afirmou que a ação dos papéis picados faziam parte da programação, mas não foi executada da forma planejada.

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