Pelo menos 13 pessoas morreram, entre elas mulheres e crianças, durante uma operação militar conduzida por forças israelenses na aldeia de Beit Jin, localizada no sul da Síria. O ataque, considerado o mais letal desde que Israel assumiu o controle da região há cerca de um ano, provocou condenações por parte do governo sírio e de organizações internacionais.
Segundo relatos de moradores, o bombardeio atingiu áreas residenciais e um veículo que transportava feridos para um hospital local. “Quando tentamos levar os feridos para o hospital, eles atingiram o carro que os transportava”, disse um homem que presenciou o ataque.
O Exército israelense afirmou que a ação tinha como alvo supostos membros da organização Jamaa Islamiya, classificada como grupo extremista. A operação também deixou seis soldados israelenses feridos.
O governo sírio acusou Israel de cometer um “crime de guerra” e de tentar “incendiar” a região, já fragilizada por anos de conflito. A ofensiva ocorre em meio ao aumento das tensões entre os dois países e levanta preocupações sobre uma possível escalada militar na fronteira.
A comunidade internacional ainda não se pronunciou oficialmente sobre o episódio, mas organizações de direitos humanos pedem investigação independente sobre o ataque e responsabilização dos envolvidos.





