Incêndio após explosão nos arrebaldes de Caracas devido ataque aéreo. (Foto: Redes Sociais)


O presidente de Cuba, Miguel Díaz‑Canel, reagiu ao ataque à Venezuela. Em publicação nas redes sociais, afirmou que “Cuba denuncia e exige reação urgente da comunidade internacional contra o ataque criminoso dos EUA à Venezuela” e disse que a região “está sendo brutalmente atacada”.

O Irã, aliado da Venezuela, também condenou o ataque dos Estados Unidos. O Ministério das Relações Exteriores classificou a ação como “violação flagrante da soberania nacional e da integridade territorial” e pediu que o Conselho de Segurança da ONU “aja imediatamente para interromper a agressão ilegal”.

A Rússia declarou que o episódio representa um “ato de agressão armada” dos Estados Unidos contra a Venezuela. Em nota divulgada neste sábado, o Ministério das Relações Exteriores disse estar “profundamente preocupado” e defendeu que os esforços se concentrem em uma solução por meio do diálogo.

Continua depois da publicidade

O governo da Alemanha informou que acompanha a situação com “grande preocupação”. Segundo comunicado obtido pela Reuters, o país mantém contato com a embaixada em Caracas e uma equipe de crise deve se reunir ainda hoje.

O ministro das Relações Exteriores da Itália afirmou que o país monitora os desdobramentos, com atenção especial à comunidade italiana que vive na Venezuela. Ele disse que a primeira-ministra Giorgia Meloni está sendo informada constantemente.

O presidente da Argentina, Javier Milei, também se manifestou. Em publicação nas redes sociais, escreveu: “A liberdade avança. Viva a liberdade, carajo”. A mensagem foi publicada ao compartilhar notícia de um site segundo a qual o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria confirmado a captura e retirada de Nicolás Maduro do país.