
A agropecuária brasileira, pilar econômico histórico, enfrenta um dilema crucial: insistir em modelos exauridos ou abraçar a agricultura regenerativa? Com a COP 30 em Belém do Pará se aproximando, o Brasil tem a chance de liderar uma revolução verde. O uso da terra, que responde por 70% das emissões do setor no país, demanda uma transição urgente.
Soluções como o Plano ABC+ já existem, mas a adesão é tímida. A CPR Verde, que remunera produtores por serviços ecossistêmicos, é um avanço regulatório, porém ainda desconhecida. Com o capital dos fundos ESG ávido por ativos sustentáveis, é crucial que sindicatos rurais e consultorias ambientais capacitem e orientem os produtores.
O futuro exige uma economia rural que transforme biodiversidade e carbono em ativos valiosos, garantindo um setor resiliente e próspero. A nova era verde não é só uma tendência, mas uma necessidade estratégica.
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