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Americana é presa em Long Island após decapitar estátua de Jesus em igreja católica

Uma mulher foi presa em Long Island, nos Estados Unidos, acusada de vandalismo de segundo grau após supostamente decapitar uma...

Americana é presa em Long Island após decapitar estátua de Jesus em igreja católica

Americana é presa em Long Island após decapitar estátua de Jesus em igreja católica.

da Redação

22 maio 2026

Uma mulher foi presa em Long Island, nos Estados Unidos, acusada de vandalismo de segundo grau após supostamente decapitar uma estátua de Jesus em uma igreja católica. O episódio ocorreu na noite de 15 de maio, na Paróquia de Santa Maria, em Bay Shore, segundo informações da polícia do Condado de Suffolk.

De acordo com os investigadores, Deyonna Subert, de 41 anos, que está sem moradia fixa, teria danificado a imagem por volta das 23h15.

A prisão ocorreu horas depois, às 6h39 da manhã , em frente ao número 221 da West Main Street. Subert deverá comparecer ao Tribunal do Primeiro Distrito, em Central Islip.

O pároco da igreja, padre Anthony Iaconis, relatou ao canal de TV News12 que encontrou a cabeça da estátua em arbustos no terreno da paróquia. “Ainda não sabemos como ela foi removida”, disse. A imagem, instalada há cerca de 12 anos, permanece coberta por uma lona, enquanto fiéis depositam flores em sua base.

Em comunicado publicado no Facebook, a Paróquia de Santa Maria agradeceu o apoio da comunidade. “Suas orações, mensagens e gentileza significaram muito para nossa comunidade paroquial”, dizia o texto. A nota também pediu que doações fossem direcionadas para a substituição da estátua e concluiu com um apelo: “Por favor, continuem a orar pela pessoa responsável por este ato e orem para que o Sagrado Coração de Jesus traga cura, paz e conversão a todos os corações”.

O caso é investigado por detetives como possível “crime de ódio”. No entanto, o advogado de Subert afirmou à TV NBC4 que não há alegações formais nesse sentido. “No momento, a única posição que assumimos é negar as acusações”, declarou. A polícia do Condado de Suffolk não comentou o caso.

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