Eles discutiram temas como a aplicação provisória do Acordo Mercosul-UE, o Acordo para Evitar a Dupla Tributação (ADT) entre os países e o apoio para expansão de projetos voltados à digitalização, inteligência artificial, descarbonização e biocombustíveis.
A Comista integra uma série de agendas estratégicas que acontecem no país europeu nesta semana, no âmbito da Hannover Messe. O objetivo do encontro deste domingo é fortalecer laços comerciais, com debates voltados para energia, sustentabilidade, tecnologia e investimentos, focando na participação na feira internacional.
Durante a reunião, o presidente da CNI, Ricardo Alban, afirmou que o Brasil pode se consolidar como parceiro estratégico da Alemanha no atual cenário global porque oferece previsibilidade, estabilidade democrática e segurança energética.
De acordo com Alban, o Brasil não pretende ser apenas fornecedor de insumos, mas parceiro na agregação de valor e no desenvolvimento tecnológico. Nesse contexto, apontou a matriz energética brasileira como um diferencial importante para a descarbonização industrial europeia e defendeu iniciativas práticas.
“Propomos o desenvolvimento de um projeto-piloto entre Brasil e Alemanha em biocombustíveis que permita uma avaliação qualitativa do potencial desse tipo de parceria”, disse o presidente.

