A parceria abrange exclusivamente aeronaves comerciais e contempla tanto componentes estruturais (airframe) quanto módulos de motor do tipo Line Replaceable Unit (LRU). O acordo não envolve, portanto, aeronaves militares nem outros segmentos da aviação, mantendo foco estrito na aviação comercial.
Segundo os termos da operação, o objetivo é consolidar uma colaboração contínua entre as companhias para otimizar a gestão e a eficiência desses serviços técnicos, considerados críticos para a segurança e o desempenho das frotas. As empresas classificam a iniciativa como um contrato associativo.
De acordo com os autos, “a operação representa uma oportunidade para que as partes identifiquem e desenvolvam um conjunto eficiente de capacidades que lhes permitirá otimizar eficiências operacionais e aumentar sua competitividade na oferta de serviços de MRO para terceiros, em benefício do mercado.”




