Com isso, emendou o ministro, o comprometimento da renda das famílias com juros voltou a subir no ano passado, tornando necessário o lançamento de um novo pacote a famílias endividadas.
“Quando estamos na iminência de ter uma trajetória de queda da taxa de juros oficial, é justo que, além de o País ter uma taxa de juros menor, as pessoas tenham uma taxa de juros menor”, disse o ministro ao falar, em entrevista para a GloboNews, sobre o Desenrola 2.0, como é chamado o novo pacote de renegociação de dívidas de famílias, estudantes e pequenos empreendedores, cuja medida provisória foi assinada nesta segunda.
Segundo Durigan, o primeiro Desenrola serviu para “desenforcar” as famílias brasileiras com as dívidas mais antigas. Porém, ressaltou, a taxa de juros era menor na época tanto no Brasil quanto no mundo. Ao explicar a necessidade de uma segunda edição do programa, o ministro comentou que as pessoas voltaram a pagar taxas mais altas, em razão do aperto monetário do mundo, e agora o governo mira dívidas mais recentes, em especial no cheque especial, no cartão de crédito, e no crédito direto ao consumidor, o CDC.



