“Nós vamos botar tudo para vender”, disse Zema, destacando que a dívida pública é o principal problema do País. “Vou usar esses recursos para quitar a dívida. A dívida vai cair para menos da metade e a taxa de juros vai cair mais ainda.”
O ex-governador afirmou que a privatização da Petrobras dependerá de boa vontade e de uma boa relação com o Congresso Nacional. Segundo ele, não há uma previsão para o início do processo – se ocorrerá no início do mandato se eleito ou mais tarde – justamente porque a decisão depende dos parlamentares.
Zema citou que, em Minas Gerais, sua gestão “privatizou centenas de empresas e subsidiárias” da Cemig e conseguiu aprovação para privatizar a Copasa, companhia de saneamento do Estado. De acordo com o mineiro, entre as grandes privatizações no Estado, ficou faltando apenas a Cemig.
O ex-governador disse ainda que pretende fazer uma nova reforma previdenciária, que considera necessária no Brasil. Segundo ele, a reforma de 2019 já não é mais suficiente, porque a expectativa de vida aumentou e, consequentemente, o tempo de contribuição também tende a subir. Ele disse que o tempo de contribuição precisará aumentar e que, a depender dos cálculos atuais, a idade mínima também poderá ser elevada.
Zema também afirmou que pretende rever programas sociais. Ele disse considerar essas políticas importantes para quem precisa, mas avaliou que há muitas “fraudes” e pessoas aptas ao trabalho vivendo dos benefícios sem necessidade. “Tem muita fraude e muito ‘marmanjão’ vivendo aí, assistindo série na TV e jogando videogame o dia inteiro”, disse.




