O desempenho da economia chilena foi pressionado principalmente pelo setor externo. Segundo o banco central do país, as exportações de bens e serviços caíram 4,9% no período, enquanto as importações avançaram 2%, ambas com impacto negativo sobre a atividade econômica. A queda das exportações refletiu, sobretudo, menores embarques de frutas e cobre, em meio à redução da produção agrícola e da atividade mineradora no país.
Pela ótica da oferta, os principais impactos negativos vieram dos setores agropecuário-silvícola e de mineração. A atividade agropecuária recuou 5,4%, afetada por menor produção frutícola, enquanto a mineração caiu 3,1%, em linha com a retração da extração de cobre. Em contrapartida, o banco central destacou a resiliência da demanda interna, que cresceu 2,1% no trimestre, impulsionada pelo avanço do consumo das famílias e da formação bruta de capital fixo.




