O presidente do STF, Edson Fachin. (Foto: STF)


O Supremo Tribunal Federal (STF), por meio de seu presidente, ministro Edson Fachin, divulgou nota oficial nesta segunda-feira em solidariedade ao ministro Flávio Dino, que relatou ter sido hostilizado e abraçado de forma inesperada por uma funcionária de uma empresa aérea no aeroporto de São Paulo.

Na manifestação, Fachin destacou que a divergência de ideias, inerente à democracia, não pode abrir espaço para o ódio, violência ou qualquer forma de agressão pessoal. O ministro classificou o episódio como “grave fato” e reforçou a necessidade de respeito às pessoas, às instituições e às autoridades legitimamente constituídas.

“Impõe-se reafirmar os valores da civilidade, da tolerância e da paz social. O Brasil precisa de serenidade, espírito público e compromisso democrático, para que as diferenças possam coexistir dentro dos limites do respeito mútuo e da dignidade humana”, afirmou Fachin na nota oficial.

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O comunicado ressalta que o respeito é condição essencial da convivência republicana e que ataques pessoais, mesmo em ambientes públicos, não podem ser tolerados.

Contexto

O episódio ocorreu no aeroporto de São Paulo, quando Flávio Dino, atual ministro do Supremo Tribunal Federal, foi alvo de hostilidade por parte de uma funcionária de companhia aérea. O relato foi tornado público pelo próprio magistrado e gerou reação imediata da Corte.