Para as duas empresas, a nova estrutura fortalece a conexão do norte de Goiás e do sul de Tocantins com o corredor ferroviário até o Porto de Santos (SP). “A conexão com Santos amplia as alternativas de escoamento e fortalece a integração da produção regional aos principais mercados do país”, afirma Diogo Velloso, diretor Comercial da Rumo, em nota à imprensa.
Com acesso à BR-153 e ligação direta à Malha Central, a estrutura do novo terminal tem capacidade de transbordo de 1,5 milhão de toneladas de grãos e operação de até 1.000 toneladas por hora. “Esse projeto impulsiona a integração da cadeia produtiva e cria novas condições para o desenvolvimento regional, contribuindo para o crescimento do agronegócio”, afirma José Carlos Weschenfelder, presidente do Grupo Olfar.
Em Porangatu, a empresa vem ampliando atuação desde 2021, quando reativou a usina de biodiesel e avançou com a estruturação de um complexo industrial de soja, concluído neste ano. A partir da nova operação ferroviária, esse movimento ganha escala, com um terminal que possui volume contratado de 3 mil toneladas por dia de farelo de soja.
Já a Rumo tem ampliado a sua operação de Goiás, registrando movimentação em torno de 5,7 milhões de toneladas no Estado em 2025 e 28% da exportação estadual, ante 25% em 2024.


