A Flapper, plataforma de aviação executiva fundada em 2016 por Paul Malicki, alcançou um marco histórico: dez anos de operação sem registrar acidentes ou incidentes. O feito raro no setor aéreo reforça a posição da companhia como líder em segurança na América Latina e a única da região a deter a certificação ARGUS Broker, além do selo Wyvern Certified Broker, duas das mais prestigiadas credenciais internacionais de segurança na aviação executiva.
Origem e transformação do mercado
A Flapper nasceu com a missão de democratizar o acesso à aviação executiva e profissionalizar o setor globalmente. Em junho de 2016, lançou a versão Beta de seu aplicativo, que transformou o fretamento de aeronaves em uma experiência instantânea e transparente, semelhante à reserva de hotéis ou ao uso de aplicativos de transporte.
Hoje, a empresa reúne mais de 30 mil clientes e uma base de 5 mil aeronaves cadastradas, operando em mais de 20 países por meio de uma rede de operadores homologados. Em 2025, realizou voos com mais de 112 operadores de táxi aéreo, mantendo um histórico impecável de segurança.
Segurança como pilar estratégico
O diferencial da Flapper está em seu sistema próprio de controle operacional e compliance. Além das auditorias internacionais, a companhia monitora dados como horas de voo dos pilotos, situação financeira dos operadores e cobertura securitária das aeronaves.
A plataforma permite que clientes filtrem aeronaves por certificações como IS-BAO, BARS, ARGUS e Wyvern, prática ainda incomum no mercado latino-americano. “Além das auditorias internacionais, monitoramos dados como horas de voo de pilotos, situação financeira de operadores e cobertura securitária das aeronaves. Também permitimos que os clientes filtrem voos por certificações, uma prática ainda incomum no mercado latino-americano de fretamento executivo”, explica Paul Malicki, CEO da Flapper.
Segundo ele, o futuro da gestão de segurança na aviação executiva passa por uma abordagem preditiva: “Esperamos migrar para uma gestão baseada em softwares avançados e rastreamento de voo em tempo real, o que consideramos ser o próximo passo para elevar os padrões de segurança.”
Expansão com aquisição da Black Táxi Aéreo
Em agosto de 2025, a Flapper concluiu a aquisição da Black Táxi Aéreo, operadora sediada no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. A decisão foi motivada pelo histórico operacional impecável da empresa mineira e sua infraestrutura consolidada em um dos principais hubs de aviação executiva do Brasil.
A Black já está registrada na ARGUS e passa por novas certificações internacionais dentro do padrão Flapper, reforçando que os critérios de segurança da companhia se estendem a toda a sua rede de operações.
Pioneirismo no Hemisfério Sul
A Flapper foi a primeira empresa do Hemisfério Sul a obter os selos ARGUS Broker e Wyvern Certified Broker, distinções que evidenciam seu compromisso com padrões de excelência reconhecidos mundialmente. Atualmente, é a única empresa sediada na América Latina com a certificação ARGUS, consolidando sua posição como referência regional em segurança operacional.
Transparência e tecnologia como diferenciais
Parte central da proposta de valor da Flapper é a transparência. Seu back-office próprio reúne e atualiza continuamente informações sobre operadores parceiros, incluindo horas de voo dos pilotos, valor das apólices de seguro e situação financeira e jurídica das empresas. Esse sistema garante rastreabilidade e confiabilidade, elevando o padrão de segurança e profissionalismo no setor.
Além disso, a empresa aposta em tecnologia para oferecer previsibilidade e eficiência. O uso de softwares de rastreamento avançado e análise de dados permitirá migrar para uma gestão preditiva, antecipando riscos e reforçando a segurança das operações.
Com uma década de operação sem acidentes, certificações inéditas e expansão estratégica, a Flapper se consolida como protagonista na transformação da aviação executiva na América Latina. Mais do que uma plataforma de táxi aéreo sob demanda, a empresa se posiciona como referência global em segurança, transparência e inovação tecnológica — e mira o futuro com foco em gestão preditiva e padrões internacionais cada vez mais rigorosos.





