A China, com uma tarifa de 34%, que se somará aos 20% já aplicados este ano, totalizando 54%, reagiu ao governo Trump anunciando “contramedidas para resguardar” seus direitos e interesses.
Outros países, como Canadá, Coreia do Sul, Japão e União Europeia, também condenaram a escalada tarifária e prometeram retaliações.
Os líderes mundiais destacaram que uma guerra comercial não terá vitoriosos. O premier canadense, Mark Carney, afirmou que as taxas americanas “vão mudar fundamentalmente o sistema de comércio mundial”.
- Canadá: Condenou a escalada tarifária e prometeu retaliações.
- Coreia do Sul: Pediu negociações ativas com os EUA.
- Japão: Considerou as tarifas “extremamente lamentáveis”.
- União Europeia: Prometeu encontrar uma solução negociada com os EUA.
- Colômbia: Considerou as novas taxas americanas “um grande erro”.
- Itália: Afirmou que a introdução de tarifas à União Europeia é “ruim e não convém a nenhuma parte”.
- Espanha: Prometeu proteger suas empresas e trabalhadores.
- Alemanha: Alertou que os impostos americanos “só criarão perdedores”.
O presidente da China, Xi Jinping, não se pronunciou publicamente sobre a questão, mas o Ministério do Comércio chinês afirmou que “a China se opõe firmemente às novas tarifas alfandegárias dos EUA”.
A Rússia, que não foi afetada diretamente pelas tarifas, afirmou que está “pronta para ajudar” os países afetados.
A Índia, que foi taxada em 26%, afirmou que está “analisando” a situação.
A Austrália, que foi taxada em 24%, afirmou que não vai retaliar.
A Irlanda, que foi taxada em 20%, afirmou que está “pronta para encontrar uma solução negociada” com os EUA.
A União Europeia, que foi taxada em 20%, afirmou que está “pronta para agir” em resposta às tarifas americanas.
O Japão, que foi taxada em 24%, afirmou que está “analizando” a situação.
A Coreia do Sul, que foi taxada em 25%, afirmou que está “pronta para negociar” com os EUA.



