Cena de Druk: Mais uma Rodada, obra de Thomas Vinterberg. (Reprodução)


Laira Vieira

Há filmes que nos embriagam de emoção, outros de estética, e há aqueles raros que nos embriagam da própria vida — com doses equilibradas de euforia, desespero, lucidez e decadência. Druk – Mais uma Rodada (2020), dirigido por Thomas Vinterberg (A Caça, Festa de Família), é um desses. Um brinde melancólico à juventude esvaída, ao conformismo entorpecido da meia-idade e à trágica beleza de continuar tentando, mesmo quando a existência já não oferece razões claras para isso.

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