Para se vingar das japonesas, algozes nas semifinais da Liga das Nações de 2024, Gabi anotou impressionantes 25 pontos neste sábado, na vitória por 23/25, 25/21, 25/18, 19/25 e 15/8. E reconheceu que a seleção precisou lutar e se reinventar para evitar novo revés.
“O Japão nos colocou no limite da exaustão física e mental, mas o time mostrou resiliência, a força do grupo. A comissão técnica não largou nossa mão o jogo inteiro, nos direcionando, entendendo que a gente precisava mudar durante a partida”, avaliou.
“Não foi um jogo que começamos bem, mas conseguimos nos reinventar. O Japão pressionando o tempo inteiro e a gente se reinventou. Saímos de situação difícil do quarto set, mas começamos tie-break com muita energia, confiança, e é isso que a gente precisa”, seguiu, já avaliando a final conta a Itália de Enogu.
As italianas chegam com 28 triunfos seguidos e defendendo o título da Liga das nações e olímpico. “Mais uma final de VNL, muito, muito, muito orgulhosa dessa equipe. A Itália está invicta, fazendo grande Liga, tem um grande time, mas acredito na evolução desse grupo, já mostramos muita resiliência, a força do grupo em diversos momentos, como hoje diante do Japão”, exaltou. “Então é descansar, recuperar as energias e vamos com tudo buscar esse título amanhã.”
Depois de perder as olimpíadas por lesão, Julia Kudiess não escondeu sua satisfação por chegar à decisão. “Muito feliz de estar aqui. Eu tive oportunidade no meu primeiro ano de adulto de participar de uma final da Liga das Nações. Desde então, venho com o sonho de chegar em outra final e poder conquistar o ouro, lutar pelo título, claro.”
A central também esbanjou confiança em desbancar a forte Itália. “Estou muito feliz com a equipe, a gente tem uma energia, um grupo muito legal, que faz a gente alcançar novos ares, ir além. Está todo mundo muito motivado, agora a gente vai para o hotel estudar, descansar, para chegar com tudo no jogo de amanhã.”

