O diplomata destacou que os ataques às instalações nucleares do país por parte de Israel e dos Estados Unidos marcaram “um acontecimento único”, o que exige ajustes no cumprimento das obrigações de salvaguardas. “Pela primeira vez, instalações nucleares de um país sob supervisão da Agência foram diretamente atacadas”, afirmou.
Ele acrescentou que a AIEA agora chegou à “compreensão de que precisa ouvir e considerar” os pontos de vista do Irã.
Esmaeil também criticou trechos do relatório mais recente da AIEA, que classificou como “injustificável” a decisão do Irã de barrar a volta de inspetores após a retirada indevida de documentos confidenciais de Fordo para Viena. Para ele, a medida é “totalmente justificável”, já que esses documentos “jamais deveriam ter saído das instalações iranianas”.

