A primeira-dama Janja com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. (Foto: EBC)


Germano Oliveira

No tabuleiro político de 2026, um movimento curioso começa a ganhar corpo: a possibilidade de que as primeiras-damas — Janja Lula da Silva e Michelle Bolsonaro —, surjam como alternativas à crise de popularidade que seus maridos enfrentam no cenário eleitoral do ano que vem. A política brasileira pode estar prestes a testemunhar um novo fenômeno: a ascensão das primeiras-damas ao protagonismo eleitoral. Em meio à crescente fadiga dos eleitores com as figuras de Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, os nomes de Michelle Bolsonaro e Rosângela da Silva, a Janja, começam a emergir como potenciais lideranças com influência no cenário que vai escolher os candidatos à Presidência da República no ano que vem.

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