Questionado se considera prematuro alterar taxas no mês de abril, Kazaks disse que a estratégia é de decidir “reunião por reunião” e que o BCE precisa ver “o que os dados mostram”.
O presidente do BC da Letônia afirmou, ainda, que vê risco de estagflação, embora tenha ponderado que, nas projeções do BCE, o crescimento ficará em torno de 1% e a inflação pouco acima da meta. Isso porque a guerra no Irã deve pesar sobre a atividade econômica e impulsionar preços no bloco.
Para ele, é necessário manter “cautela” em meio aos desdobramentos no Oriente Médio. “Ninguém sabe como a guerra vai acabar, ninguém sabe se outros choques vão seguir”, disse Kazaks. “Nós seremos muito rápidos para suprimir a inflação, sem permitir que ela se espalhe para outros setores”.


