“Por um lado, essa capacidade permite que as empresas abordem vulnerabilidades autoidentificadas, melhorando assim a cibersegurança”, disse Bowman em evento sobre estabilidade financeira em Washington. “Mas, por outro lado, se usada de forma maliciosa, poderia ser empregada para identificar e explorar fraquezas”, acrescentou.
A dirigente comentou que tem trabalho para identificar e remediar riscos financeiros materiais e que adota uma abordagem semelhante ao considerar o uso de IA no sistema bancário. Segundo ela, a abordagem atual deve apoiar os bancos na implementação de ferramentas de IA de forma segura, eficaz e eficiente.
“Hoje, os bancos estão confiando em estruturas de gerenciamento de risco existentes para orientar seu uso de IA. Embora essas ferramentas de supervisão sejam destinadas a apoiá-los na aplicação de uma governança e gerenciamento de risco, devemos avaliar se nossa orientação de supervisão está preparada para o futuro”, ponderou.

