As novas regras preveem o aumento dos tetos dos imóveis financiáveis, que podem chegar a R$ 400 mil na Faixa 3 e a R$ 600 mil na Classe Média. As faixas 1 e 2 seguem com limites regionais definidos de até R$ 275 mil, de acordo com o porte de cada município. As mudanças também ampliam a renda mensal máxima das famílias atendidas pelo programa, a R$ 13 mil.
Segundo a Caixa, os ajustes possibilitam o reenquadramento das faixas: famílias com renda em torno de R$ 3 mil passam da Faixa 2 para a Faixa 1. “Com a atualização do programa, podemos expandir o conjunto de imóveis passíveis de financiamento. Isso significa mais alternativas para quem busca conquistar a casa própria. Ao mesmo tempo, o programa preserva seu caráter social, mantendo condições diferenciadas de financiamento, com taxas de juros e prazos favoráveis para as famílias de menor renda”, disse o presidente da Caixa, Carlos Vieira.


