“Claro que nos preocupamos com qualquer medida que dificulte a entrada dos nossos produtos em um mercado tão importante quanto os EUA, o principal para as exportações da indústria brasileira”, avaliou, em nota, Ricardo Alban, presidente da CNI. “No entanto, precisamos fazer uma análise completa do ato. É preciso insistir e intensificar o diálogo para encontrar saídas que reduzam os eventuais impactos das medidas”, acrescentou.
A CNI observa que os Estados Unidos não são só o principal destino das exportações da indústria de transformação – especialmente de produtos de maior densidade tecnológica -, como também lideram o comércio de serviços e os investimentos bilaterais. A cada R$ 1 bilhão exportado para os EUA, são criados 24,3 mil empregos, R$ 531,8 milhões em massa salarial e R$ 3,6 bilhões em produção.
Na viagem promovida pela CNI em maio, os empresários brasileiros esperam se reunir com representantes da indústria e do governo americano para discutir agendas de facilitação de comércio e abertura de mercados de forma equilibrada.

