Com a renúncia da diretora do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) Adriana Kugler, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pode indicar um novo nome ao Conselho que seria o presidente “de facto” da autoridade monetária, alerta o presidente da Queen’s College e conselheiro econômico chefe da Allianz, Mohamed El-Erian.

O mandato do atual chefe do banco central norte-americano, Jerome Powell, termina em maio do ano que vem. Até lá, o sucessor de Kugler poderia ser visto como um “presidente-sombra” do Fed, de acordo com El-Erian. “Isso ocorreria após mais uma semana de intensas críticas presidenciais a Powell”, explica.

Analistas já alertam que esse cenário provocaria confusão no mercado sobre quem é a voz mais influente no Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês). Com o anúncio de Kugler, o mercado passou a ver maior chance de corte de juros à frente.

Após o período na presidência, Powell ainda teria o direito de continuar como diretor até 2028, mas ele não disse se pretender seguir na instituição.

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