Por Moisés Rabinovici
O soldado israelense que golpeou uma estátua de Cristo com uma marreta, e o que o fotografou, estão presos por 30 dias. Uma nova estátua de Cristo substituiu a que foi destruída na cidade de Debel, no sul do Líbano, “em coordenação com a comunidade local”, informou o comando norte do exército.
Militares comunicaram que “expressam profundo pesar pelo incidente e estão trabalhando para garantir que ele não volte a acontecer no futuro”. O primeiro-ministro Netanyahu pediu desculpas públicas na segunda-feira.
Seis soldados que presenciaram os golpes na estátua de Cristo e nada fizeram foram convocados para esclarecimentos — e eles também poderão ser punidos. “A investigação concluiu que a conduta dos soldados desviou-se completamente das ordens e dos valores das Forças de Defesa de Israel”.
O chefe do Estado-Maior do Exército, general Eyal Zamir, e o comandante da região norte, general Rafi Milo, “condenaram o incidente e declararam que constitui uma conduta inaceitável e uma falha moral, que ultrapassa em muito qualquer padrão aceitável e contradiz os valores das Forças de Defesa de Israel e a conduta esperada de suas tropas”.





