Gianni Infantino, presidente da Fifa, tentou fazer com que Rajoub e Sheikh tivessem um gesto simpático no palco, mas não teve sucesso.
“Não posso apertar a mão de alguém que os israelenses trouxeram para encobrir seu fascismo e genocídio! Estamos sofrendo”, disse Rajoub, depois de dar um beijo em Infantino e sair do palco. Em seguida, o presidente da Fifa deu um abraço sem graça em Sheikh.
Infantino buscou uma nova alternativa em busca da união dos dirigentes, ao subir no púlpito. O presidente da entidade que dirige o futebol mundial se dirigiu aos presentes discursando sobre a importância de passar uma mensagem de união entre as nações, destacando o papel social do futebol e a importância na formação das crianças e jovens.
O clima pesado aconteceu depois que a Fifa revelou que não iria punir Israel, apesar do pedido da Associação Palestina de Futebol (PFA) referente à participação de clubes israelenses na Cisjordânia.
Rajoub afirmou que vai recorrer à Corte Arbitral do Esporte (CAS). “A Cisjordânia não é território israelense segundo o direito internacional”, afirmou.

