“Hoje o basquete brasileiro se despede de uma grande referência do nosso esporte. Oscar Schmidt deixa uma história marcante e um legado que seguirá vivo na memória de gerações. Nossos sentimentos aos familiares, amigos e a todos que hoje sentem essa perda”, escreveu o Sesi Franca em suas redes sociais.
Durante a entrevista para Carioca e Bola há três anos, Oscar disse que Franca era uma “lugar de m…” e por isso não gostaria de jogar pelo time da cidade. “Naquele momento, estava me referindo a situações especificas vividas dentro de quadra, e jamais a cidade de vocês; para falar a verdade, se mais cidades fossem como Franca, o nível do basquete brasileiro seria muito maior”, se desculpou Oscar na época.
Já o norte-americano Larry Bird, um dos maiores jogadores da história e ídolo de Oscar, também lamentou a morte do brasileiro. “Sempre admirei o Oscar e o considerava um amigo; ele foi, sem dúvida, um dos maiores jogadores de todos os tempos. Foi uma honra imensa quando o Oscar me pediu para apresentá-lo em sua merecida cerimônia de entrada para o Hall da Fama do Basquete Naismith Memorial. Meus sinceros pêsames à família do Oscar.”
Técnico do Portland Trail Blazers da NBA, Tiago Splitter deixou sua mensagem. “Não tem muito o que falar, o Oscar representa muito do nosso basquete e a gente vai sentir muita falta dele.”
GRATIDÃO AO PALMEIRAS
O Palmeiras, clube no qual iniciou a carreira, apresentou um vídeo em suas redes sociais no qual
Oscar é entrevistado no ginásio do Palestra Itália, onde fez suas primeiras cestas. “Aqui não perdi um jogo como infanto-juvenil e só um como juvenil. “relembrou o Mão Santa.
Ao ser presenteado com uma camisa do clube, Oscar disse que o Palmeiras era muito maior do que qualquer franquia da NBA. Aio lado da mulher, Maria Cristina, Oscar reviveu o início de carreira, quando arremessava as bolas em treino e tinha a ajuda da companheira de mais de 40 anos de vida.

