O Exército de Israel afirmou na terça-feira (3) ter atacado o gabinete presidencial do Irã e o prédio do Conselho Supremo de Segurança Nacional, em Teerã. Segundo os militares, as ofensivas aéreas ocorreram durante a madrugada.
Também foram alvos das operações o local de reunião do principal fórum de segurança do regime iraniano, centros de treinamento de oficiais e outras infraestruturas estratégicas. Até o momento, o Irã não confirmou a extensão dos danos.
Ofensiva no Líbano
O ministro da Defesa israelense autorizou a progressão terrestre para ocupar posições no Líbano. O objetivo declarado é impedir ataques contra cidades na fronteira com Israel.
As operações foram ampliadas nos dois países, resultando na destruição de instalações de comunicação e sedes de emissoras de TV, como a Al Manar e a IRIB.
Conflito regional e impacto global
A guerra no Oriente Médio chega ao quarto dia com frentes simultâneas:
- Irã e Líbano: Alvos de bombardeios constantes de Israel.
- Hezbollah: Realiza ataques a bases israelenses.
- Arábia Saudita: Dois drones atingiram a embaixada dos EUA em Riade, causando incêndios e danos materiais. No Kuwait, a representação diplomática americana foi fechada temporariamente por precaução.
O presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, alertaram que os combates podem durar semanas. Enquanto isso, o Irã intensificou o lançamento de mísseis contra Israel e bases dos EUA na região.
Balanço e Economia:
Desde o início das hostilidades, foram registradas as mortes de ao menos seis militares americanos e 787 iranianos. O conflito já gera instabilidade no fornecimento global de petróleo e provoca quedas nas principais bolsas de valores do mundo.


