A repórter disse que procurou um otorrinolaringologista depois de sentir dificuldades para respirar. Dentre as cirurgias que teria de fazer para resolver o problema, estava uma operação para corrigir um desvio de septo e outra no corneto nasal. Foi durante as cirurgias que ela descobriu o PMMA, o que obrigou o médico a reconstruir o nariz da jornalista.
“Isso foi colocado sem o meu conhecimento”, disse. “Essa situação mexeu muito comigo. Me senti violada por ter passado por tanto risco.”
Em março, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta sobre o uso de PMMA para procedimentos estéticos. Dentre os riscos do uso inadequado da substância, estão problemas neurológicos, embolia pulmonar e inflamações sistêmicas.
O órgão diz que é indispensável verificar se o produto está devidamente regularizado, se o serviço possui autorização para funcionar e se o profissional responsável tem qualificação para realizar o procedimento. A consulta pode ser feita no próprio site da agência.

