Prepare-se para ser provocado. O longa irlandês “Kneecap”, dirigido por Rich Peppiatt, usa o cinema como um megafone para a resistência. Através de rimas afiadas, humor e uma estética caótica, o trio protagonista — que interpreta a si mesmo — transforma o gaélico, uma língua historicamente oprimida, em uma arma sonora contra o colonialismo britânico.
É a linguagem como granada, o microfone como fuzil. O filme não pede licença, ele invade. Não busca redenção, ele confronta. Uma obra que resgata a dignidade de um povo pela força de sua própria voz.
Kneecap é tema do artigo deste sábado da nossa colunista Laira Vieira. Para ler o artigo sobre o filme, clique aqui





