Nesse caso, os primeiros alvos seriam os ministérios da Integração e Desenvolvimento Regional, ocupado por Waldez Góes, e o das Comunicações, chefiado por Frederico Siqueira. O chefe da Pasta das Comunicações afirma que sua indicação é técnica, por isso, não faria sentido sua saída como resposta política.
“Minha indicação é técnica, não é assunto político, por isso não falei com Lula sobre esse assunto. Meu objetivo segue em garantir a execução política das políticas públicas e inclusão. A expectativa é seguir até o final de 2026”, afirmou ao Broadcast em evento em Brasília.
Frederico Siqueira assumiu o comando do Ministério das Comunicações com perfil técnico, após trajetória ligada ao setor de telecomunicações. Sua indicação foi defendida dentro do governo como uma escolha voltada à execução de políticas públicas, especialmente nas áreas de conectividade e inclusão digital. Até o momento, a Presidência da República do Brasil não sinalizou oficialmente qualquer mudança na equipe ministerial em decorrência do episódio envolvendo a indicação ao STF.

