Jean-Paul Sartre escreveu que “o inferno são os outros”. O filme Mãe! (2017) nos joga diante desse inferno, obrigando-nos a encarar a degradação de nossa própria natureza, nossa fome por narrativa e adoração, nossa tendência a consumir e descartar. Em um mundo que se recusa a ouvir os gritos de alerta, o longa é um grito prolongado, um chamado ao desconforto que, se não nos fizer mudar, ao menos nos fará sentir o peso daquilo que ignoramos por conveniência.
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