O homem acusado de matar o ativista conservador Charlie Kirk em uma universidade de Utah foi preso nesta sexta-feira (12) nos Estados Unidos. A informação foi confirmada pelo ex-presidente Donald Trump durante participação no programa Fox & Friends, da Fox News.
Segundo Trump, o suspeito foi entregue à polícia pelo próprio pai. O familiar teria reconhecido o autor nas imagens divulgadas pelas autoridades e, em seguida, buscado orientação com um líder religioso antes de acionar as forças de segurança.
“Alguém muito próximo a ele o reconheceu nas fotos”, disse Trump. “Pelo que ouvi, o pai entrou em contato com um líder religioso e, depois, a polícia foi informada.”
Fotos e um vídeo do suspeito haviam sido divulgados pelo FBI antes da prisão. Inicialmente, o órgão informou que tentaria identificá-lo por meios próprios e só recorreria à imprensa caso não conseguisse determinar quem era o homem.
A arma usada no crime, um rifle de alta potência, foi encontrada abandonada em uma área de mata. Impressões de uma palma e pegadas foram analisadas pela perícia e ajudaram a confirmar a identidade do suspeito.
De acordo com o FBI, o homem chegou à universidade pouco antes do meio-dia, subiu ao telhado por uma escada e disparou contra Kirk. Após o ataque, ele se misturou entre os estudantes e conseguiu fugir.
A prisão ocorre mais de um dia após a caçada policial pelo responsável. Até então, o FBI havia interrogado duas pessoas de interesse, mas nenhuma delas estava ligada ao caso.
A identidade do suspeito ainda não foi divulgada oficialmente. Trump ressaltou que as informações que compartilhou são preliminares, baseadas em relatos de fontes próximas ao caso.
O FBI anunciou que fará um comunicado oficial nesta manhã, às 9h no horário local (10h em Brasília), com a participação de agentes envolvidos na investigação.


