Isto representa quase 8% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo dirigente, que citou dados da Comissão Europeia em apresentação realizada na Adam Smith Business School da Universidade de Glasgow nesta quinta-feira. O dirigente não abordou temas relacionados à política monetária da zona do euro.
Para Nagel, o setor privado deve assumir a maior parte desses investimentos. O dirigente citou que os bancos podem desempenhar um papel maior no financiamento da transição climática do que é comumente antecipado.
“A principal razão para essa conclusão é que uma parcela substancial dos investimentos climáticos recai sobre as famílias”, pontuou. As famílias precisam tornar suas casas mais eficientes em termos de energia e substituir sistemas de aquecimento movidos a combustíveis fósseis por alternativas neutras em gases de efeito estufa, salientou Nagel.
“E as famílias simplesmente não têm muitas alternativas viáveis aos empréstimos bancários”, observou.

