De acordo com a investigação, a organização procurava pessoas com processos pendentes, e afirmavam ter acesso a autoridades do Poder Judiciário que poderiam conceder decisões favoráveis.
Os suspeitos utilizavam essa narrativa para induzir essas pessoas ao pagamento de valores em dinheiro, sob a alegação de influência em decisões judiciais.
A ação mira a exploração de prestígio no Judiciário. Segundo o Código Penal, o crime ocorre quando alguém solicita ou recebe dinheiro ou qualquer vantagem sob o pretexto de influenciar a atuação de agentes ligados à Justiça, como juiz, jurado, membro do Ministério Público, servidor, perito, tradutor, intérprete ou testemunha, ainda que essa influência não exista de fato. A conduta é punida com reclusão de um a cinco anos e multa.



