Ônibus da Transwolff, empresa cuja diretoria foi acusada pelo MP De ser ligada ao PCC. (Foto Divulgação)


A Prefeitura de São Paulo anunciou nesta quarta-feira, 29, que encerrará os contratos com as empresas de ônibus Transwolff e UpBus, investigadas por suspeita de ligação com o PCC, pelo Ministério Público. As defesas apresentadas pelas concessionárias foram rejeitadas, segundo o Executivo paulistano.

Estão garantidos os serviços prestados à população, bem como os pagamentos dos funcionários e fornecedores. A equipe técnica e jurídica dará prosseguimento à substituição da Transwolff e da UPBus, apresentando providências necessárias à manutenção do atendimento integral da população”, disse a administração municipal, em nota.

Em nota, a empresa Transwolff declarou, ainda, que o processo não tem fundamento jurídico, está repleto de inconstitucionalidades e que não há comprovação de “qualquer vínculo” dela ou de seus dirigentes com organizações criminosas.

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O prefeito Ricardo Nunes assinou o despacho que deu início ao processo de rescisão ainda no mês de dezembro, o mesmo foi publicado no Diário Oficial do município.

As duas empresas são investigadas pela operação Fim da Linha, que revelou as possíveis ligações com o PCC. O presidente da UPBus, Ubiratan Antônio da Cunha, foi preso no mês passado por descumprir medidas cautelares referentes à mesma operação.

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