O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu prisão domiciliar a João Francisco Inácio Brazão, conhecido como Chiquinho Brazão, acusado de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Brazão é deputado federal pelo Rio de Janeiro e foi preso preventivamente em março de 2024.
A decisão foi baseada no estado de saúde de Brazão, que sofre de doença arterial coronariana crônica, diabetes, nefropatia e hipertensão. Segundo laudo médico, ele tem alto risco de sofrer um mau súbito com risco elevado de morte.
A prisão domiciliar será monitorada com tornozeleira eletrônica e Brazão ficará sujeito a outras medidas cautelares, como proibição de utilizar redes sociais e se comunicar com outros envolvidos no caso.
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