O retrospecto no ano mostra que a brasileira vive um momento difícil. Em 12 jogos até aqui, ela sofreu dez derrotas. Disposta a buscar uma mudança, ela trocou seu comando técnico e atuou sob as orientações do treinador espanhol Carlos Martinez. No entanto, sua atuação foi sofrível.
Depois de superar a portuguesa Francisca Jorge na estreia, quando encerrou um jejum de quase sete meses de vitórias em partidas de chaves principais simples, a expectativa era de que uma nova fase teria início. Ledo engano.
No primeiro set, a polonesa se aproveitou da instabilidade de Bia para fechar a parcial com menos de meia hora. A brasileira não confirmou nenhum serviço e viu a adversária aplicar um 6/0 em 28 minutos.
Com outra postura na volta à quadra, Bia, enfim, entrou no jogo e a partida teve um início equilibrado, até que Chwaliska obteve uma quebra no sexto game. Mais focada, a paulistana deu o troco na rival e diminuiu a desvantagem para 5 a 4.
Com o saque na mão, a Bia teve a chance de decretar o empate, mas voltou a falhar no momento decisivo. Maja caprichou nas devoluções, soube desestabilizar a rival variando os golpes e o set em 6/4 , assegurando a vitória por 2 sets a 0.




