“Primeiro dizer que não há nenhum real dos fundos de pensão aplicados no Banco Master. Os fundos de pensão reúnem R$ 1,4 trilhões no Brasil e são supervisionados pela Previc. A Previc está no guarda-chuva do Ministério da Previdência Social”, afirmou.
Segundo ele, a Pasta identificou possíveis irregularidades envolvendo o banco e fundos de previdência de cidades em 2024, fez auditorias e enviou os dados para a PF, que os usou para deflagrar operações contra o caso.
“Nós, da Previdência Social, detectamos o problema do Banco Master e fizemos em 2024 as auditorias em várias cidades. E todas essas auditorias foram usadas pela Polícia Federal para deflagrar as operações”, completou o ministro.
Ele afirmou ainda que não pode revelar em quais cidades houve essas auditorias porque nem todas foram alvos da PF ainda e por isso a informação é sensível.


