Por Laira Vieira
O século XXI não cansa de nos lembrar que a estupidez humana tem imaginação de sobra — e quando a arte decide acompanhá-la, nascem aberrações fascinantes. O Urso do Pó Branco (2023) é uma dessas criaturas disformes que escapam de qualquer jaula genérica.
Baseado em um caso real tão absurdo que parece roteiro rejeitado por Tarantino, o longa dirigido por Elizabeth Banks (A Escolha Perfeita 2, As Panteras) transforma uma anedota de rodapé da década de 1980 em espetáculo cômico e sangrento sobre vício, degradação ambiental e o nosso apetite insaciável por entretenimento grotesco.
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