Marcos Strecker
Com o isolamento de Lula em Brasília, a ida de Gleisi Hoffmann para o Planalto, junto com a provável chegada de Guilherme Boulos, mostra uma gestão cada vez mais inclinada à esquerda. Assim, o moderado Haddad virou a verdadeira “frente ampla” do governo Lula. Parece pouco para criar uma nova maioria capaz de vencer as próximas eleições. Não espanta que ganhem cada vez mais força as articulações juntando os governadores “de direita” para uma oposição responsável como alternativa real ao país. O limite parece ser a vassalagem que ainda insistem em demonstrar com Jair Bolsonaro.
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