A Deutsche Lufthansa disse que espera uma forte temporada de viagens no verão do hemisfério norte, apesar da guerra de Estados Unidos e Israel com o Irã, e registrou um prejuízo menor no primeiro trimestre.

O grupo aéreo alemão afirmou nesta quarta-feira (6) que seu Ebit ajustado – sua medida preferida de rentabilidade – ficou negativo em 612 milhões de euros, menor do que o prejuízo de 722 milhões de euros divulgado um ano antes.

A receita no período cresceu 8%, para 8,7 bilhões de euros, abaixo da estimativa de consenso de 9,335 bilhões de euros fornecida pela Visible Alpha.

O grupo – que, além da Lufthansa, é dono da Swiss, Austrian Airlines, Brussels Airlines, ITA Airways e Eurowings – disse que o conflito no Oriente Médio está impulsionando a demanda em suas companhias aéreas de passageiros e no negócio de carga.

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Por outro lado, a Lufthansa ressaltou que a guerra também elevou os preços do combustível, gerando 1,7 bilhão de euros em custos adicionais até agora neste ano, o que a empresa pretende compensar nos próximos trimestres por meio de maior receita com a venda de passagens e da redução de voos e de outros custos.

A Lufthansa, que fez hedge de cerca de 80% do querosene de que precisa para este ano, alertou que a possibilidade de escassez de combustível de aviação devido ao bloqueio do Estreito de Ormuz representa um risco adicional para o grupo, embora, até o momento, não preveja restrições em nenhum de seus hubs.

A empresa confirmou a expectativa de alcançar neste ano um Ebit ajustado significativamente acima do 1,96 bilhão de euros de 2025.

*Com informações da Dow Jones Newswires.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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