“Este ataque constitui uma violação flagrante da Resolução 2817 do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), que reafirma a importância da liberdade de navegação e rejeita o ataque a embarcações comerciais ou a obstrução de rotas marítimas internacionais”, destaca a nota.
O ministério afirmou que atacar navios comerciais e usar a importante rota marítima como instrumento de coerção econômica ou chantagem representa “atos de pirataria” por parte da Guarda Revolucionária do Irã (IRGC, na sigla em inglês) e constitui uma “ameaça direta à estabilidade da região”, à população local e à segurança energética global.
No comunicado, o país reiterou a necessidade de Teerã encerrar todas as hostilidades na região e reabrir, de forma completa e incondicional, o Estreito de Ormuz, com o objetivo de salvaguardar a segurança regional e manter a estabilidade da economia e do comércio globais.

