Juliana Brizola e Zucco. (Foto: Reprodução)


Pré-candidatos do PDT e do PL lideram as intenções de voto no 1º turno no Rio Grande do Sul, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (30)

Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (30) mostra como está a disputa pelo governo do Rio Grande do Sul. Foram incluídos 5 pré-candidatos.

Veja os números:

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  • Juliana Brizola (PDT): 24%
  • Luciano Zucco (PL): 21%
  • Gabriel Souza (MDB): 6%
  • Marcelo Maranata (PSDB): 2%
  • Rejane Oliveira (PSTU): 1%
  • Indecisos: 34%
  • Branco/nulo/não vai votar: 12%

Para Felipe Nunes, diretor da Quaest, chama atenção o número de indecisos no estado: 34% dos entrevistados.

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 1.104 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 24 e 28 de abril.

A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

Para 30%, a escolha do voto para governador é definitiva, e 68% dizem que ainda pode mudar.

Cenários de 2º turno

A Quaest pesquisou também 3 cenários de 2º turno. Veja os resultados:

Cenário 1

  • Juliana Brizola (PDT): 35%
  • Luciano Zucco (PL): 27%
  • Indecisos: 24%
  • Branco/nulo/não vai votar: 14%

Cenário 2

  • Juliana Brizola (PDT): 35%
  • Gabriel Souza (MDB): 17%
  • Indecisos: 29%
  • Branco/nulo/não vai votar: 19%

Cenário 3

  • Luciano Zucco (PL): 28%
  • Gabriel Souza (MDB): 20%
  • Indecisos: 31%
  • Branco/nulo/não vai votar: 21%

Índices de rejeição

A Quaest perguntou também aos eleitores em quais pré-candidatos eles não votariam de jeito nenhum.

  • Juliana Brizola (PDT): 35%
  • Luciano Zucco (PL): 17%
  • Gabriel Souza (MDB): 12%
  • Marcelo Maranata (PSDB): 9%
  • Rejane Oliveira (PSTU): 7%

Continuidade x mudança e peso dos apoios políticos

Para 23%, o novo governador deveria ser um aliado de Lula. Outros 28% preferem um aliado a Jair Bolsonaro (PL) e 45% consideram um independente a melhor opção.

Segundo a Quaest, 17% dos eleitores gaúchos consideram que o próximo governador deve continuar o trabalho que vem sendo feito. Outros 47% defendem mudar o que não está bom e 33% desejam uma mudança total.