A empresa de agroquímicos Adama, controlada pela holding Syngenta Group, obteve lucro líquido de US$ 82 milhões no primeiro trimestre de 2026, informou a companhia. O resultado representa aumento de 289% ante igual período do ano passado, quando o lucro foi de US$ 21 milhões. Em termos ajustados, o lucro cresceu 34,6%, para US$ 59 milhões.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado diminuiu 6,4%, para US$ 150 milhões. Já a receita da Adama aumentou 3,7%, para US$ 1,037 bilhão, refletindo alta de 3% nos volumes e queda de 4% nos preços, disse a empresa em comunicado.

As vendas na América Latina no primeiro trimestre diminuíram 2%, para US$ 144 milhões. No Brasil, especificamente, a empresa disse que houve ligeira queda na receita do trimestre com preços significativamente mais baixos e maiores volumes.

Enquanto isso, na América do Norte, as vendas subiram 8%, para US$ 237 milhões. Na Europa, África e Oriente Médio, houve aumento de 14%, para US$ 406 milhões. Já na Ásia-Pacífico, as vendas foram de US$ 249 milhões, queda de 10%. Na China, houve recuo de 19%, para US$ 135 milhões.

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Segundo a Adama, os volumes de vendas devem permanecer estáveis após o crescimento observado em 2025, mas os preços seguem pressionados devido aos baixos preços das matérias-primas.

A companhia disse também que a renda dos agricultores tende a continuar pressionada e incerta, diante dos impactos geopolíticos tanto sobre os preços das commodities quanto sobre os custos de produção.

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