As maiores pressões partiram dos itens de higiene pessoal (1,32%), produtos farmacêuticos (1,16%, após a autorização do reajuste de até 3,81% nos preços dos medicamentos a partir de 1º de abril) e plano de saúde (0,49%).
Habitação
Os gastos das famílias brasileiras com Habitação passaram de uma elevação de 0,24% em março para uma alta de 0,42% em abril, uma contribuição de 0,07 ponto porcentual para o IPCA-15 deste mês.
A energia elétrica residencial subiu 0,68% em abril, puxada pelos reajustes de 6,92% e 14,66% nas tarifas das concessionárias do Rio de Janeiro a partir de 15 de março.
“No mês, manteve-se a bandeira tarifária verde, sem custo adicional para os consumidores”, lembrou o IBGE.
A taxa de água e esgoto avançou 0,24%, devido aos reajustes de 6,21% em uma das concessionárias em Porto Alegre em 23 de fevereiro e de 4,80% em Goiânia desde 1º de abril.



